Resumo Executivo

04 de maio de 2026

Sustentabilidade Ambiental na Indústria Farmacêutica Brasileira

José Eduardo Braga; Joyce Santos

Resumo elaborado pela ferramenta ResumeAI, solução de inteligência artificial desenvolvida pelo Instituto Pecege voltada à síntese e redação.

A crescente preocupação com a sustentabilidade tem impulsionado diversos setores da economia a adotarem práticas mais responsáveis e alinhadas à preservação ambiental (Rodrigues, Lourenço e Jorge, 2019). No contexto da indústria farmacêutica brasileira, essa preocupação torna-se ainda mais urgente, dada sua relação direta com a saúde humana e o meio ambiente (Silva Filho et al., 2019). A produção, o consumo e o descarte de medicamentos geram impactos ambientais significativos, desde a contaminação de recursos hídricos até a emissão de poluentes atmosféricos e o desperdício de recursos naturais (Ribeiro et al., 2021). Diante desse cenário, torna-se essencial compreender como as organizações têm mitigado impactos negativos na busca por promover um modelo produtivo mais sustentável. A sustentabilidade fundamenta-se em três pilares principais: ambiental, social e econômico, contudo, o foco recai sobre o pilar ambiental, considerando os impactos da indústria farmacêutica sobre os ecossistemas naturais (Milanesi, Runfola e Guercini, 2020). As iniciativas nesse contexto visam mitigar os danos ambientais causados pelo descarte inadequado de produtos farmacêuticos, além de promover soluções integrativas, como a economia circular (Van Wilder et al., 2024). Esse enfoque é fundamental, pois o pilar ambiental não apenas influencia a saúde pública, mas também se revela essencial para a viabilidade a longo prazo dos negócios (Campos et al., 2020).

Nos últimos anos, regulamentações mais rigorosas e a crescente pressão social por responsabilidade corporativa impulsionaram mudanças relevantes nas práticas empresariais. Como resultado, diversas empresas passaram a adotar estratégias voltadas à redução do consumo de recursos naturais, ao controle de emissões, ao reaproveitamento de resíduos e à obtenção de certificações ambientais (Booth et al., 2023). No entanto, persistem desafios relacionados à efetividade dessas medidas, à transparência dos processos e à mensuração dos impactos mitigados. O mercado farmacêutico brasileiro tem registrado um crescimento expressivo nas últimas décadas, impulsionado pelo aumento populacional, pelo envelhecimento da sociedade e pela ampliação do acesso a medicamentos (Campos et al., 2020). Esse crescimento, entretanto, impõe desafios adicionais à sustentabilidade do setor (Rodrigues, Lourenço e Jorge, 2019). O descarte inadequado de medicamentos vencidos ou não utilizados tem sido uma preocupação crescente, resultando na contaminação de corpos d’água e solos, com potenciais riscos à saúde humana e à biodiversidade (Silva Filho et al., 2019).

Freitas e Radis-Baptista (2021) ressaltam a gravidade da poluição farmacêutica no Brasil, evidenciando a presença de resíduos de medicamentos em águas superficiais e subterrâneas. Além disso, os autores apontam que a legislação brasileira sobre o gerenciamento de resíduos de medicamentos ainda é recente e apresenta lacunas que dificultam a fiscalização e o cumprimento das normas. A ausência de obrigatoriedade para que farmácias e drogarias coletem medicamentos descartados pela população contribui para o agravamento desse problema ambiental. A sustentabilidade empresarial vai além da adoção de práticas ambientais isoladas, exigindo o estabelecimento de metas claras, a mensuração de impactos e a implementação de diretrizes rigorosas para garantir a efetividade das ações (Lashitew, 2021). Compreender como as empresas estruturam suas estratégias ambientais possibilita não apenas avaliar o cumprimento de compromissos assumidos, mas também identificar desafios e oportunidades de aprimoramento.

A incorporação das diretrizes da Global Reporting Initiative, especialmente a série 300, que aborda aspectos ambientais como materiais, energia, água, biodiversidade, emissões e resíduos, evidencia esse movimento no Brasil. A aplicação desses indicadores permite uma avaliação sistemática das práticas ambientais das organizações, promovendo maior transparência e responsabilidade socioambiental (GRI, 2024). Esse processo contribui para o alinhamento das estratégias empresariais às demandas regulatórias e aos compromissos voluntários assumidos no contexto das mudanças climáticas, além de fortalecer o diálogo com partes interessadas e apoiar a tomada de decisão baseada em evidências ambientais. O objetivo central reside em analisar as práticas ambientais adotadas por empresas do setor farmacêutico no Brasil, identificando seus compromissos e iniciativas voltadas à mitigação de impactos ambientais e ao uso eficiente de recursos naturais, com base nos indicadores ambientais da série 300 da referida norma.

A metodologia adotada compreende uma abordagem descritiva com propósito exploratório. O caráter descritivo fundamenta-se na identificação e no detalhamento das práticas de sustentabilidade ambiental adotadas por grandes empresas nacionais do setor farmacêutico. Já o propósito exploratório da pesquisa evidencia-se na investigação aprofundada do tema, possibilitando a identificação de padrões e variáveis relevantes que contribuem para o avanço do conhecimento na área (Gil, 2017). Para a operacionalização, utilizou-se a estratégia de estudo de casos múltiplos. Segundo Yin (2001), o estudo de casos múltiplos consiste na análise aprofundada de diversos casos para identificar padrões recorrentes e particularidades relevantes no contexto estudado. Ao mesmo tempo, referida estratégia possibilita a comparação entre diferentes empresas, favorecendo a compreensão detalhada das práticas de sustentabilidade ambiental do setor farmacêutico brasileiro (Gil, 2017).

A seleção das empresas baseou-se nos dados do Anuário Estatístico do Mercado Farmacêutico de 2023, publicados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária e pela Secretaria Executiva da Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos. Foram consideradas as empresas de capital nacional com faturamento anual entre R$ 3 bilhões e mais de R$ 5 bilhões em 2023. Como critério de inclusão, a amostra foi composta exclusivamente por empresas farmacêuticas nacionais que adotam as diretrizes da Global Reporting Initiative em seus relatórios de sustentabilidade, com ênfase nos indicadores ambientais da série 300. Empresas que não seguem essa norma foram excluídas da análise. Essa delimitação buscou garantir a comparabilidade e a consistência dos dados, dado que a norma oferece um referencial estruturado para a divulgação de informações ambientais. Em 2023, das 15 empresas com maior faturamento no Brasil, sete eram nacionais, e, destas, quatro atenderam aos critérios estabelecidos. Assim, a amostra final foi composta por quatro empresas, tratadas como Empresa A, Empresa B, Empresa C e Empresa D.

A Empresa A, fundada em 1964, atua em todo o território nacional e exporta para 56 países, contando com aproximadamente 6700 colaboradores. A Empresa B, fundada em 2001, possui cerca de 700 funcionários e atuação nacional em estados como São Paulo, Minas Gerais, Espírito Santo, Paraná e Goiás. A Empresa C, criada em 1972, está presente no Brasil e em outros 21 países, contando com cerca de 12600 colaboradores. Por fim, a Empresa D, fundada em 1966, possui atuação em 18 países e emprega cerca de 12000 pessoas. Para a coleta de dados, realizou-se uma pesquisa documental, centrada na avaliação dos relatórios de sustentabilidade disponibilizados publicamente pelas empresas. Conforme Gil (2017), a pesquisa documental utiliza materiais que ainda não receberam tratamento analítico e que podem ser explorados com base nos objetivos da investigação, permitindo reorganizar e interpretar os dados conforme a problemática proposta. Aplicou-se a análise de conteúdos de relatórios corporativos atualizados sobre sustentabilidade ambiental.

Os relatórios foram obtidos diretamente nos sites institucionais das respectivas empresas. A análise dos dados foi conduzida por meio da técnica de análise de conteúdo, conforme proposta por Bardin (2011), que permite a categorização e interpretação sistemática das informações qualitativas extraídas dos documentos corporativos. A análise concentrou-se nos indicadores ambientais da série 300, abrangendo materiais (301), energia (302), água e efluentes (303), emissões (305) e resíduos (306). Cada indicador foi detalhado minuciosamente: no grupo de materiais, observaram-se os materiais utilizados por peso ou volume, materiais reciclados e produtos/embalagens reutilizados. No grupo de energia, analisou-se o consumo dentro da organização, intensidade energética e redução do consumo. Para água e efluentes, verificaram-se as interações com a água, gestão de impactos, captação, descarte e consumo total. No grupo de emissões, o foco recaiu sobre emissões diretas (Escopo 1), indiretas (Escopo 2), outras emissões indiretas (Escopo 3), intensidade de emissões e redução de gases de efeito estufa. Por fim, no grupo de resíduos, avaliou-se a geração, gestão de impactos, resíduos gerados e a destinação final.

A análise dos relatórios de sustentabilidade das quatro empresas farmacêuticas revelou diferenças expressivas no atendimento aos critérios definidos pela norma GRI 301, voltada à gestão de materiais. No setor farmacêutico, onde os resíduos de embalagens são potenciais fontes de poluição, práticas como o uso de componentes recicláveis e o retorno pós-consumo são particularmente relevantes (Salmenperä et al., 2022). A Empresa B apresentou o desempenho mais estruturado, relatando de forma detalhada os materiais utilizados, discriminando-os por tipo (renováveis e não renováveis), unidade de medida e fonte de aquisição. O relatório registra ações voltadas à gestão de materiais pós-consumo, como programas de logística reversa, descarte adequado de medicamentos e recuperação de embalagens. Tais iniciativas indicam um comprometimento com a redução de impactos ambientais e o alinhamento a práticas reconhecidas de governança (Bhadoriya et al., 2024).

A Empresa C também adota práticas compatíveis, destacando o reaproveitamento de embalagens e o uso de cartuchos com conteúdo reciclado, embora o relatório não apresente dados sobre o volume total de materiais utilizados, o que compromete a completude das informações. O uso de reciclados e a promoção de reutilização contribuem para reduzir a quantidade de resíduos enviados a aterro e as emissões associadas à produção de materiais virgens (Salmenperä et al., 2022). A Empresa A não reporta dados quantitativos nem qualitativos sobre os materiais empregados na produção ou o uso de insumos reciclados. Há menção à adesão a iniciativas setoriais, como o programa Mãos Pro Futuro, mas sem detalhamento técnico ou metas definidas. A ausência de dados compromete não apenas a transparência, mas também a capacidade da empresa de se posicionar diante de exigências crescentes por métricas ambientais padronizadas (Bhadoriya et al., 2024). A Empresa D não apresenta nenhuma referência à norma GRI 301 em seu relatório, o que representa um risco reputacional e regulatório em um cenário de valorização de compromissos concretos.

Quanto à norma GRI 302, que estabelece diretrizes para o monitoramento do consumo energético, apenas a Empresa B atende integralmente aos critérios básicos, apresentando dados quantitativos segmentados por fonte, com detalhamento metodológico e histórico comparativo. Relata iniciativas voltadas à substituição de combustíveis e ampliação do uso de fontes renováveis, como hidrelétrica, eólica e biomassa. Segundo Goldemberg e Lucon (2007), a substituição de combustíveis fósseis por energia renovável reduz significativamente as emissões de dióxido de carbono e poluentes atmosféricos. A Empresa C fornece informações completas sobre o consumo energético total (incluindo GLP, diesel e gás natural) e a intensidade energética, relatando a introdução de tecnologias limpas na frota de veículos e a instalação de painéis solares. A Empresa D, apesar de apresentar dados sobre o volume de energia consumida, não demonstrou redução no consumo total em função da ampliação de suas operações, embora tenha passado a adquirir 100% da energia elétrica de fontes renováveis via Mercado Livre de Energia a partir de 2023.

A análise do consumo absoluto revela que a Empresa A apresenta o maior volume de energia consumida, totalizando 478.435 GJ, mas não fornece dados sobre intensidade energética. A Empresa B, com o menor volume total (370.879 GJ), apresenta a melhor performance em intensidade energética, com 0,36 MJ/unidade. A Empresa C registrou 436.303 GJ com intensidade de 0,74 MJ/unidade, enquanto a Empresa D apresentou 412.506 GJ e a pior intensidade relativa, com 1,45 MJ/unidade. No que tange à norma GRI 303, a gestão da água é crítica, pois o processo produtivo farmacêutico depende fortemente desse recurso. As empresas A e B descrevem de forma clara as fontes hídricas e as estratégias para utilização racional. A Empresa B captou 576,95 milhões de litros, enquanto a Empresa A registrou o menor volume, com 459,51 milhões de litros. O reuso da água, evidenciado de forma mais estruturada nas empresas A e B, representa uma estratégia relevante para a redução do consumo hídrico. Segundo Rocha, Kligerman e Oliveira (2019), o reaproveitamento de água em etapas produtivas e não produtivas contribui para a conservação ambiental e a racionalização de custos operacionais.

Em relação às emissões atmosféricas (GRI 305), a Empresa B apresentou aderência completa, com elevado nível de detalhamento nos três escopos de emissões. Todas as fontes foram descritas com base nos princípios do GHG Protocol. Foram relatadas reduções absolutas, com destaque para a instalação de subestações elétricas que dispensaram o uso de mais de 651 mil litros de combustível. A robustez desses dados ganha relevância diante das evidências de que produtos farmacêuticos são responsáveis por até 55% da pegada de carbono dos sistemas de saúde (Booth, 2022). A Empresa C contemplou os três escopos e estabeleceu metas de redução no âmbito da Visão 2027, visando a neutralização das emissões diretas globais. A Empresa D apresentou conformidade parcial, com crescimento expressivo no Escopo 3 devido à ampliação das categorias consideradas. A Empresa A, embora tenha iniciado seu inventário em 2022, não disponibilizou dados referentes a 2023, o que inviabiliza a análise comparativa. A ausência de métricas abrangentes, que incluam pegadas de carbono de produtos específicos, representa uma lacuna crítica, dado que inaladores de dose medida podem emitir substâncias até 3.800 vezes mais poluentes que o dióxido de carbono (Booth e Shaw, 2025).

Na gestão de resíduos (GRI 306), as empresas A e B atendem integralmente aos indicadores. A Empresa A identifica claramente as fontes geradoras e realiza triagem em central própria, detalhando rotas de desvio como reciclagem e compostagem. A Empresa B lidera na geração total de resíduos, com 11.313 toneladas, mas apresenta um sistema consolidado de reaproveitamento, com 97% dos resíduos destinados a rotas de circularidade. A Empresa C gerou 9.021 toneladas, priorizando o programa +Verde e o uso de biodigestores. A Empresa D gerou o menor volume total, 6.586 toneladas, e implementa a política de Aterro Zero. Contudo, a conformidade parcial de algumas empresas com os indicadores de destinação final é preocupante. Resíduos farmacêuticos, incluindo ingredientes ativos e metabólitos, possuem impactos ambientais severos, podendo contaminar solos e cursos d’água (Booth e Shaw, 2025). A falta de dados sistematizados sobre volumes e tipos de resíduos dificulta o rastreamento e o controle efetivo dessas substâncias.

Os resultados indicam fragilidades notáveis na rastreabilidade dos dados relativos ao uso de materiais e à intensidade energética. Empresas que não reportam dados quantitativos enfrentam dificuldades para estabelecer metas de redução ou mensurar avanços em eficiência operacional. A ausência de indicadores sobre intensidade energética impede a avaliação da eficiência dos processos produtivos em um setor de alta demanda. Por outro lado, as organizações que apresentaram informações completas demonstraram maior maturidade na governança ambiental. A integração dos critérios da norma à gestão ambiental mostra-se não apenas viável, mas estratégica para ampliar a competitividade e atender às expectativas de investidores. Recomenda-se que as empresas revisem seus processos internos de coleta e divulgação, tratando a estruturação de relatórios com linguagem técnica adequada e séries históricas como um componente do planejamento estratégico. O fortalecimento das práticas de reaproveitamento e o investimento em tecnologias de eficiência energética são fundamentais para aprimorar a capacidade de resposta diante de exigências regulatórias cada vez mais rigorosas.

Conclui-se que o objetivo foi atingido, pois a análise das práticas ambientais das quatro maiores empresas farmacêuticas nacionais permitiu identificar uma significativa heterogeneidade no grau de conformidade com os indicadores da série GRI 300. Enquanto algumas organizações demonstram elevada maturidade na governança ambiental, com dados quantitativos completos e metas de mitigação claras, outras ainda apresentam lacunas críticas na transparência e na sistematização de informações sobre o uso de recursos e a geração de impactos. A pesquisa evidenciou que a adoção de práticas como o reuso de água, a transição para fontes energéticas renováveis e a implementação de logística reversa está em processo de consolidação no setor, mas sua efetividade depende da padronização das métricas e da integração dessas ações ao planejamento estratégico corporativo. O fortalecimento dos sistemas de monitoramento e a divulgação de dados socioambientais robustos mostram-se essenciais para que a indústria farmacêutica brasileira avance em direção a um modelo produtivo genuinamente sustentável e resiliente aos desafios climáticos globais.

Referências Bibliográficas:

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Resumo executivo oriundo de Trabalho de Conclusão de Curso da Especialização em Gestão de Negócios do MBA USP/Esalq

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