Resumo Executivo

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23 de março de 2026

Micro-influenciadores no marketing de microempresas de moda

Altair da Trindade Rosas Neto; Claudemir de Sousa Silva

Resumo elaborado pela ferramenta ResumeAI, solução de inteligência artificial desenvolvida pelo Instituto Pecege voltada à síntese e redação.

A indústria da moda global enfrenta transformações profundas e ininterruptas, impulsionadas por mudanças drásticas nos hábitos de consumo, pela volatilidade econômica e por uma competitividade que se expande para além das fronteiras físicas. No cenário contemporâneo, o segmento de comércio eletrônico voltado diretamente ao consumidor final, conhecido como Business to Consumer, destaca-se como o de maior faturamento em escala mundial, movimentando cifras que superam 525 bilhões de dólares anualmente. No território brasileiro, essa tendência se reflete com igual intensidade, visto que o mercado nacional de vestuário projeta a comercialização de aproximadamente seis bilhões e quinhentos milhões de peças, consolidando a relevância do setor para a economia do país (MC, 2023). A transição para o ambiente digital, acelerada por fatores externos e pela busca por conveniência, resultou em um crescimento expressivo de 233,5% no volume de vendas online entre os anos de 2019 e 2023. Essa digitalização massiva, embora ofereça barreiras de entrada reduzidas para novos empreendedores, intensifica a disputa pela atenção do consumidor, exigindo que microempresas adotem estratégias de comunicação cada vez mais precisas e economicamente viáveis (SEBRAE, 2024).

O panorama para os próximos anos indica uma possível desaceleração no ritmo de crescimento do setor, influenciada por pressões inflacionárias, incertezas geopolíticas e uma crescente consciência ambiental que estimula o consumo responsável (McKinsey, 2024). Diante desse cenário de recursos limitados e orçamentos de marketing restritos, a comunicação eficiente torna-se o pilar central para a sobrevivência e expansão de pequenos negócios de moda. A capacidade de convencer o consumidor e converter o interesse em transação comercial depende diretamente da clareza e do alcance das mensagens transmitidas (Cobra, 2007). O marketing digital surge, portanto, como uma ferramenta indispensável, permitindo uma segmentação minuciosa do público-alvo e facilitando a interação direta, o que não apenas reduz o custo final de aquisição de clientes, mas também potencializa a fidelização e o reconhecimento da marca em um mercado saturado (Kotler et al., 2021; Kvitschal, 2023).

Dentro do espectro de estratégias digitais, o marketing de influência consolidou-se como uma das abordagens mais eficazes da última década. Esta modalidade baseia-se na contratação de produtores de conteúdo que possuem a capacidade de impactar as decisões de compra de seus seguidores por meio de uma narrativa pessoal e autêntica (SEBRAE, 2023). Diferente das celebridades tradicionais, os influenciadores digitais constroem comunidades baseadas na confiança e na identificação mútua, gerando uma conexão que transcende a publicidade convencional (Karhawi, 2016). Estima-se que este mercado atinja um valor global superior a 32 bilhões de dólares em 2025, com uma aceitação massiva por parte dos profissionais de comunicação, que veem na figura do influenciador um mediador capaz de humanizar as marcas e conferir credibilidade aos produtos (Influencer Marketing Hub, 2025). No Brasil, a relevância dessa estratégia é evidenciada pela existência de mais de quinhentos mil influenciadores com bases de seguidores superiores a dez mil indivíduos, o que demonstra a capilaridade e o potencial de alcance dessa rede (Nielsen, 2021).

A fundamentação teórica que sustenta a utilização de micro influenciadores reside na premissa de que a proximidade e a especificidade do nicho superam, em muitos casos, o alcance massivo de grandes contas. Micro influenciadores tendem a apresentar taxas de engajamento superiores, pois interagem de forma mais ativa com sua audiência, criando um ambiente de diálogo que favorece a percepção de valor da marca anunciante (De Assis e Armelin, 2024). Para uma microempresa que atua regionalmente, essa estratégia permite que a mensagem chegue exatamente ao público que possui facilidade de acesso aos canais de distribuição da marca, seja no ambiente virtual ou físico. O objetivo central reside em analisar como essas ações de marketing digital, focadas na colaboração com influenciadores locais, interferem nos indicadores de desempenho de uma organização de moda, abrangendo desde a visibilidade nas redes sociais até o impacto direto no faturamento e no tráfego das plataformas de venda.

A metodologia adotada para a condução deste estudo fundamentou-se em uma abordagem de estudo de caso, caracterizada pela análise exaustiva e detalhada de uma unidade específica para proporcionar um entendimento profundo sobre o fenômeno investigado (Gil, 2017). O objeto de análise foi uma microempresa do setor de moda casual, estabelecida há quatro anos na cidade de São Luís, Maranhão. A marca em questão possui uma identidade fortemente vinculada à valorização da cultura local e das belezas naturais da região, utilizando esses elementos como diferenciais competitivos em suas coleções. Embora tenha sido concebida originalmente para o ambiente digital, com vendas iniciadas via Instagram e WhatsApp, a empresa apresentava, no período do estudo, uma dependência significativa de canais físicos, especificamente de uma feira regional realizada aos domingos. Essa característica evidenciou a necessidade de otimizar a presença digital para equilibrar as fontes de receita e expandir o alcance da marca para além do contato presencial.

A pesquisa classificou-se como exploratória, visando aprofundar o conhecimento sobre a aplicação de estratégias de marketing de influência em contextos de pequenos negócios e formular perspectivas sobre sua eficácia (Gil, 2019). Quanto à natureza dos dados, utilizou-se uma abordagem quantitativa, transformando as interações digitais e os resultados comerciais em métricas numéricas passíveis de análise estatística e interpretação técnica (Turrioni e Mello, 2012). Foram coletados e analisados indicadores como alcance de publicações, volume de curtidas, quantidade de comentários, número de novos seguidores, tráfego no site e faturamento bruto. A coleta de dados ocorreu entre os meses de maio e setembro de 2025, utilizando como fontes primárias os relatórios gerados pelas ferramentas de análise do Instagram e da plataforma de hospedagem do e-commerce da marca.

O procedimento documental foi essencial para garantir a fidedignidade das informações, uma vez que os relatórios utilizados não haviam recebido tratamento analítico prévio, representando o registro bruto das atividades da empresa (Prodanov e Freitas, 2013). O planejamento da campanha de marketing seguiu um rigoroso protocolo dividido em etapas de planejamento e execução. Inicialmente, procedeu-se à segmentação do público-alvo, identificando dois perfis distintos: turistas de ambos os sexos, com alto poder aquisitivo e interesse em produtos que servissem como recordações de qualidade da região; e homens residentes no Maranhão, com idade entre 25 e 40 anos, que buscam vestuário que expresse orgulho cultural e pertencimento local (Kotler e Armstrong, 2015).

A definição dos objetivos de comunicação buscou não apenas a comercialização imediata, mas também o fortalecimento do branding e o aumento da visibilidade digital. A estratégia de mensagem adotada foi do tipo racional, focando na exposição clara dos benefícios e atributos técnicos dos produtos, como qualidade do tecido e design exclusivo (Pereira, 2017). Os canais selecionados foram estritamente não pessoais, priorizando as redes sociais como meio de difusão em massa da mensagem (Kotler e Keller, 2012). O orçamento foi estabelecido com base no método dos recursos disponíveis, adequando o investimento à realidade financeira da microempresa sem comprometer sua saúde operacional.

A fase de execução envolveu a seleção criteriosa de um influenciador digital cujo perfil estivesse alinhado aos valores da marca. Optou-se por uma página especializada na divulgação de roteiros turísticos, eventos culturais e gastronomia de São Luís, garantindo que a audiência impactada já possuísse um interesse prévio no contexto geográfico da empresa. O cronograma de ações foi estruturado para criar uma progressão de interesse: durante a semana, foram publicados conteúdos no formato de stories, que possuem caráter mais efêmero e dinâmico, culminando em uma publicação principal no formato de reel em um sábado. A escolha do sábado para a ação principal foi estratégica, visando antecipar a feira regional de domingo e direcionar o público tanto para o site quanto para o ponto de venda físico.

Os materiais produzidos, denominados criativos, consistiram em vídeos curtos que apresentavam as peças em uso, destacando sua versatilidade e a conexão com as paisagens locais. Esses conteúdos foram utilizados tanto de forma orgânica quanto em anúncios pagos, visando maximizar o alcance dentro da base de seguidores do influenciador e para públicos semelhantes. A análise dos resultados foi estruturada de forma comparativa, confrontando o desempenho da ação com influenciadores frente às publicações orgânicas realizadas anteriormente pela própria marca, permitindo isolar o efeito da parceria sobre os indicadores de engajamento e conversão.

Os resultados obtidos revelaram um contraste imediato e significativo entre as métricas de alcance orgânico e as alcançadas por meio da parceria com o influenciador digital. No que tange ao volume de visualizações, a publicação realizada em colaboração atingiu a marca de 41 400 pessoas. Para contextualizar a magnitude desse número, as três publicações orgânicas anteriores da marca apresentaram uma média de apenas 1 627 visualizações cada. Nenhuma das postagens produzidas internamente pela empresa conseguiu ultrapassar o teto de 3 000 visualizações, o que demonstra que a utilização do canal do influenciador ampliou o alcance da marca em mais de vinte e cinco vezes em relação à sua capacidade de distribuição habitual. Esse salto quantitativo é fundamental para marcas que buscam sair da bolha de seus seguidores atuais e atingir novos prospectos de forma acelerada.

O engajamento, medido através de curtidas e comentários, também apresentou uma evolução notável. A publicação em parceria recebeu 735 curtidas, enquanto a postagem orgânica de melhor desempenho no período analisado obteve apenas 142 interações desse tipo. Ao somar as curtidas das três últimas publicações orgânicas, o total chegou a 195, o que representa apenas 26,5% do volume gerado por uma única ação com o micro influenciador. Individualmente, os reels orgânicos alcançaram, respectivamente, 2%, 19% e 5% da quantidade de curtidas da ação principal. No campo dos comentários, a disparidade foi ainda mais acentuada: o somatório das postagens orgânicas resultou em 25 comentários, menos de um terço dos 76 comentários registrados na publicação colaborativa. Esses dados corroboram a tese de que influenciadores não apenas entregam a mensagem a um público maior, mas também estimulam uma resposta ativa e um diálogo que a marca, sozinha, tem dificuldade em gerar.

A análise do tráfego no e-commerce forneceu dados cruciais sobre o comportamento do consumidor após o impacto nas redes sociais. Nos meses de outubro e novembro, anteriores à campanha, o site registrou 234 e 249 visitas, respectivamente, com picos diários que não ultrapassavam 41 acessos. Durante esses dois meses, a taxa de conversão em vendas foi nula, indicando que, embora houvesse algum tráfego, ele não possuía a intenção de compra ou a confiança necessária para finalizar a transação. Em dezembro, mês da realização da campanha, o volume total de visitas saltou para 424, representando um crescimento de 70% em relação ao mês anterior. O impacto direto da ação foi observado no dia do lançamento, quando o site recebeu 125 visitas em um único período de 24 horas. Esse volume diário correspondeu a 50% de todo o tráfego registrado no mês de novembro, evidenciando o poder de direcionamento de fluxo da estratégia adotada.

Um dado relevante surgiu ao analisar o comportamento do tráfego antes e depois do dia 16 de dezembro, data da publicação do reel principal. Nos primeiros quinze dias do mês, o site acumulou 84 visitas. Nos quinze dias subsequentes à ação, o número subiu para 215 visitas, um aumento superior a 200%, mesmo desconsiderando o dia de pico inicial. Isso sugere que a campanha gerou um efeito residual de interesse, mantendo a marca em evidência por um período prolongado e atraindo visitantes de forma contínua após o impacto inicial. No entanto, apesar do aumento expressivo na visibilidade e no tráfego, o e-commerce não registrou vendas diretas durante o período da campanha. Esse fenômeno pode ser atribuído a diversos fatores, como a jornada de compra do consumidor de moda, que muitas vezes exige o contato físico com o produto, ou possíveis barreiras de usabilidade e confiança na plataforma de vendas online da microempresa.

Contudo, a análise da performance comercial no canal físico revelou o verdadeiro impacto financeiro da estratégia. A empresa utilizou a campanha digital para potencializar as vendas na feira regional de domingo, realizada no dia seguinte à publicação principal. O faturamento médio dos seis domingos anteriores à ação era de 356,90 reais, com oscilações que chegaram a períodos de faturamento zero. No domingo imediatamente posterior à campanha com o influenciador, a empresa atingiu um faturamento de 987,80 reais, o que representa um incremento de 277% em relação à média anterior. Esse valor, obtido em um único dia, correspondeu a 46% de todo o faturamento acumulado nos seis finais de semana precedentes. Tais resultados demonstram que, para microempresas com forte atuação regional, o marketing digital com influenciadores pode funcionar como um poderoso motor de tráfego para pontos de venda físicos, convertendo a visibilidade virtual em receita real de forma quase imediata.

A discussão desses resultados à luz da literatura acadêmica permite compreender que a eficácia do micro influenciador reside na sua capacidade de atuar como um validador social. Enquanto o tráfego orgânico da marca atinge majoritariamente pessoas que já conhecem e confiam na empresa, o influenciador transfere sua credibilidade para a marca perante um novo público. O aumento de 70% no tráfego do site e o salto de 277% no faturamento físico indicam que a estratégia foi bem-sucedida em despertar o desejo de compra, embora a conversão final tenha ocorrido preferencialmente no ambiente onde o consumidor podia experimentar o produto. Isso reforça a importância da integração entre os canais online e offline, especialmente para pequenos negócios de moda onde o atributo tátil e o ajuste das peças desempenham papel decisivo na decisão de compra.

As limitações observadas, como a ausência de vendas no e-commerce, sugerem que a estratégia de marketing de influência deve ser acompanhada de melhorias na infraestrutura digital e na experiência do usuário no site. A escassez de recursos financeiros e a natureza regional da operação restringiram a amostra a um único influenciador, mas os dados coletados foram robustos o suficiente para validar a eficácia da metodologia aplicada. Para pesquisas futuras, recomenda-se a investigação de campanhas de longo prazo com múltiplos micro influenciadores de diferentes nichos, bem como a análise de ferramentas de retargeting para converter o tráfego gerado em vendas digitais efetivas. A experiência desta microempresa maranhense serve como um modelo de como a criatividade e a escolha estratégica de parceiros podem compensar a falta de grandes orçamentos, gerando resultados desproporcionalmente positivos para a saúde financeira e a presença de mercado da organização.

Conclui-se que o objetivo foi atingido, uma vez que a utilização de micro influenciadores demonstrou ser uma estratégia altamente eficaz para potencializar a visibilidade digital e o desempenho comercial da microempresa estudada. A análise dos dados evidenciou que a parceria superou drasticamente o alcance orgânico da marca, gerando um aumento de 70% no tráfego do site e um crescimento de 277% no faturamento do canal físico. Embora a conversão direta no e-commerce não tenha ocorrido, o fortalecimento da presença digital e o direcionamento de público para o ponto de venda presencial confirmam que a influência digital atua como um catalisador de resultados para pequenos negócios de moda. A autenticidade da comunicação e a escolha de um influenciador alinhado à cultura local foram determinantes para o sucesso da ação, validando o marketing de influência como uma ferramenta indispensável para a competitividade de microempresas no cenário contemporâneo.

Referências Bibliográficas:

Cobra, M. 2007. Marketing e Moda. Editora Senac, São Paulo, SP, Brasil.

De Assis, M. B. C. G.; Armelin, D. A. 2024. Impactos de influenciadores digitais de moda e beleza em mulheres de 18-54 anos. Trabalho de Conclusão de Curso. MBA em Marketing. Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz”, Universidade de São Paulo, Piracicaba, SP, Brasil.

Gil, A. C. 2017. Como Elaborar Projetos de Pesquisa. 6ed. Atlas, São Paulo, SP, Brasil.

Gil, A. C. 2019. Métodos e Técnicas de Pesquisa Social. 7ed. Atlas, São Paulo, SP, Brasil.

Influencer Marketing Hub. 2025. Influencer Marketing Benchmark Report 2025. Disponível em: <https://influencermarketinghub.com/influencer-marketing-benchmark-report/>. Acesso em: 08 mar. 2025.

Karhawi, I. 2016. Influenciadores digitais: o eu como mercadoria. p. 38-58. In: Corrêa, E.S.; Silveira, S.C. Tendências em comunicação digital. ECA/USP, São Paulo, SP, Brasil.

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Kotler, P.; Kartajaya, H.; Setiawan, I. 2021. Marketing 5.0: Technology for Humanity. Wiley, Hoboken, New Jersey, USA.

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Kvitschal, A. F. 2023. Planejamento Estratégico em Maketing Digital. Revista Ibero-Americana de Humanidades, Ciências e Educação- REASE. 9(2): 958-971

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Pereira, 2017 [Referência completa não encontrada no documento original]

Prodanov, C. C.; Freitas, E. C. de. 2013. Metodologia do trabalho científico: métodos e técnicas da pesquisa e do trabalho acadêmico. 2ed. Feevale, Novo Hamburgo, RS, Brasil.

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Turrioni, J.; Mello, C.H. 2012. Metodologia de pesquisa em engenharia de produção estratégias, métodos e técnicas para condução de pesquisas quantitativas e qualitativas. Universidade Federal de Itajubá, Itajubá, MG, Brasil.

Resumo executivo oriundo de Trabalho de Conclusão de Curso de MBA em Gestão de Negócios

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